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Uma breve explicação do sumiço e um pedido de desculpas

Publicado em 20/01/2016 às 11h28

Não tem sido fácil escrever neste blog, nem em nenhum outro meio... Primeiro, o tempo, cada vez mais escasso. Em segundo lugar, a cobrança minha, por conteúdo bom. Em terceiro lugar, a cobrança minha, por aumentar as métricas do blog, da fanpage do Facebook e etc etc etc... e aí me pergunto: pra que mesmo????

Não... não foi para isso que pensei nesse espaço! Não quero competição com ninguém. Quero apenas escrever. E tem sido difícil ter assunto com tanto assunto rolando. Resolvi desconectar. Em breve não terei mais página pessoal no Facebook. E não tendo mais página pessoal, acho que a fanpage do Bebê Carbono Zero será extinta compulsoriamente. Mas talvez consiga fazer outra depois, não sei... Talvez eu nem queira.

Tudo isso tem rolado na minha cabeça a tempos, mas a faísca veio com uma newsletter da Alana Trauczynski. Seu texto dizia que este ano (de 2016) iríamos vê-la menos. E é isso que eu quero para mim. Menos exposição minha para o mundo e do mundo para mim.

Esse blog é um xodó para mim. Tenho muito carinho por ele. Mas quero que seja do coração. Não para alcançar o sucesso nem o estrelato. Eu fujo disso... E tudo tem se tornado extremamente comercial que tem me dado medo! Ficar recebendo emails de desconhecidos que tem a fórmula do sucesso para eu alcançar x seguidores ou ganhar rios de dinheiro me assusta! Desculpem caros mandadores de emails, não quero nada disso... 

Fica aqui um pedido de desculpas para todos que seguem este blog na esperança de uma atualização. Aos que curtiram a página do Bebê Carbono Zero no Facebook com a esperança de conteúdo relevante. Eu tentei, mas não consegui. Talvez eu volte a postar, ou não... Não me cobrarei nada. Vou deixar a vida me levar (e não o assunto da pauta do dia do Facebook!).

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Roupinha Livre - Evento de troca de roupinhas infantis

Publicado em 24/02/2015 às 11h50

Eu adoro fazer umas contas e matutando certa noite sobre o assunto desgaste das peças fiquei pensando: se eu estiver utilizando a lista de enxoval mais básica, vou estar com 6 bodies que servem dos 3 aos 6 meses, por exemplo. São 90 dias. Eu usarei cada uma das peças cerca de 15 vezes. Pouco? Muito? Eu considero pouco. Agora imagine que seu filho não tem 6, mas 12 bodies para usar nesses 3 meses. Cada peça será usada, 7 ou 8 vezes! É muito pouco! Itens sazonais, como casacos, são usados ainda menos... pois pode ser que você tenha 2, mas nem todo dia você vai usá-lo. Em 90 dias, quantas vezes seu filho vai usar um casaco? Ou sua filha irá usar um vestido? Fazendo esta conta na hora de comprar as peças do enxoval no primeiro ano, a gente não compra demais.

A questão roupinhas de bebê é um tanto polêmica. Há quem prefira ter tudo novo. Há quem não veja problemas em usar algo que já foi pouco usado. Há quem prefira doar as roupas depois que não sirvam mais. Há quem, por questões financeiras, precise “capitalizar” vendendo as roupinhas pequenas até para poder comprar outras do tamanho que o filho está precisando no momento. Há quem consiga trocar entre as amigas mamães! Tudo é válido quando se trata dos nossos filhos!

Agora, imagine que você não tenha no momento amigas com quem possa trocar essas roupinhas que não servem mais. E também não tenha aquela amiga mamãe com uma criança maior que a sua...  #comofazseumbodycusta40dilmas???

Agora imagine poder encontrar num mesmo local um monte de mães (e pais, ué!!!) dispostas a trocar aquilo que não serve mais em seus filhos por peças que serão novamente úteis!

Aposto que naquele guarda roupa ali do lado tem um montão de calça ainda em ótimo estado, mas que já estão naquele estado "pula brejo" no seu filho... E camisetas, e shorts, e vestidos, e casacos...

Bora trocar o que não serve mais nos pequenos? A iniciativa por ora será realizada em São Paulo, mas quem sabe em breve teremos mais eventos assim pelo Brasil?

Então, anota aí tudo o que você precisa saber para participar do primeiro evento do Roupinha lIvre: separa uma malinha, uma pequena sacola com esses itens e a gente se encontra este sábado, dia 28/02/15, das 10 às 16:00 hs, na Casa do Viver. Pede-se uma contribuição de R$10,00 na entrada do evento. As crianças são super bem vindas! Haverá uma oficina para transformar retalhos e camisetas usadas em bonecas. Ah, não esquece de fazer a inscrição para o evento e para a oficina, ok?

O evento surgiu na cola de um evento do mesmo tipo, mas para troca de roupas de gente grande: o Roupa Livre. É uma iniciativa das criativas Mari Pelli, Elisa Dantas (morri quando conheci A Costureirinha!!!) e Gabriela Mazepa.

Ah, e se você ainda não conhece a proposta da Casa do Viver, sugiro dar uma assuntada porque a proposta desse coworking onde pais e mães podem trabalhar perto dos filhos é muito bacana!

Categoria: enxoval
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Festa de 1 ano no Bebê Carbono Zero

Publicado em 14/02/2015 às 10h37

Então que dia de São Valentim (ou San Valentin ou San Valentino) será aqui o dia do aniversário do blog. Eba!!!

E como é o primeiro ano do blog (que andou às moscas em janeiro, porque quem consegue tentar  trabalhar, cuidar da cria, tentar escrever, tentar cuidar da casa, e ainda ser feliz, tudoaomesmotempoagora???), resolvi mostrar um pouquinho como foi a festa de 1 ano da pequena aqui. E não à toa, mas porque foi uma festa onde não comprei nada novo especialmente para a festa, a não ser alguma papelaria (que hoje até considero excessiva, poderia ter sido um pouco menos...) e os comes e bebes, lógico.

Utilizei em sua maioria itens que fazem parte da decoração cotidiana aqui em casa, só que mudei a forma de apresentação das coisas... Então, para você que acha que deve gastar fortunas a cada aniversário do pequeno... take it easy... dê uma boa andada pela casa antes e investigue o que pode ser usado na decoração. Eu particularmente gosto de festa com um toque pessoal. Aquela que você sabe que não vai encontrar outra igual, porque os elementos serão diferentes. Se tiver que comprar algo, pense em como pode utilizar aquilo no futuro.

Lembrando, aqui temos um jogo de pratos de cerâmica, copos de vidro e talheres de plástico e metal comprados há muitos anos, que sempre estão presentes nas festas. Tem que ter uma boa alma para lavar a louça? Tem, não vou negar. Mas eu tenho tanta dó de usar trocentos copos descartáveis em festas que costumo guardá-lo comigo do começo ao fim da festa, se consigo. É ridícula a cena de alguém enfiando o copo de plástico de ladinho na bolsa para não rasgar, mas não consigo controlar...

 

Enfim, vamos ver a festa!

 

 

Essa maletinha geralmente fica na nossa sala. Vazia, ou cheia de cacareco, depende... Na festa virou aparador para os bem casados.

 

 

A máquina de escrever foi presente do meu pai quando eu era criança. Escrevi um texto num papel de scrapbook e o coloquei na máquina. Depois da festa, coloquei o papel num quadrinho e pendurei sobre a cama dela.

 

 

 

A bicicletinha foi presente da minha sogra no dia que a pequena nasceu. Enfeitou a porta da maternidade, enfeitou a mesa desta festa e depois da festa enfeitou o quarto da criança. Sempre com um personagem diferente na garupa...

 

 

O quadrinho foi presente do padrinho. Depois da festa enfeitou o quartinho dela e depois de um tempo, roubei para o escritório...

E essas bonequinhas fofas eu me encantei quando ainda estava grávida! São aquelas bonequinhas de papel que trocam de roupa. Quem tem entre 30 e 70 anos deve se lembrar! Pois minha mãe já dizia que brincava muito com isso e eu também brinquei... As bonequinhas são da Denise Brandt e todo o kit pode ser comprado online.

 

 

A bandeja vermelha eu mesma fiz há muitos anos. No dia a dia é um mini bar sobre um aparador na sala. Na festa deu suporte para os sanduichinhos. Outros itens da mesa são da sogra. Cada um contribuindo com um pouquinho...

 

 

E um cantinho para os bebês, com os brinquedinhos dela. Nesta fase muitos ainda não andavam, então era um lugarzinho para eles ficarem a vontade...

 

 

Que seria uma festa da família sem um painelzinho??? Tradição absoluta há gerações!!! Peguei 12 fotos, uma de cada mês de vida, mais um monte de cacareco de scrapbook e deixei a arte para a prima caprichosa fazer... Deu nisso! Minha intenção era reproduzir o painel no quarto dela, mas foi o único que não consegui fazer ainda (depois de 4 anos!!! vergonha!!!). Quando digo que hoje acho excessiva a papelaria é porque talvez eu tenha carregado demais a mão no exército de bonequinhas... rsrsrs... e olha que eu nem tinha a mesma arte em garrafas, caixinhas, etc...   

 

 

O varalzinho com o nome foi feito com o mesmo papel de scrabook da cartinha da máquina e letras de scrap autoadesivas. O cordãozinho é pré histórico! Refugo do fecho do meu convite de casamento (que nós fizemos homemade também)!!! Tá vendo, às vezes é bom guardar tralha... rsrsrs... Depois da festa colei as bandeirolas na prateleira dos livrinhos dela no quarto...

 

 

E por fim, os balões da discórdia... rsrsrs... eu não queria, mas todo o resto da família achou estranho uma festa de criança sem balões e eu me rendi. Deixei até fazerem o painel atrás da mesa e cachos de balões pelo salão. Ah... acho que no final não ficou excessivo, deu uma colorida no lugar e o melhor veio no fim da festa, quando tiramos os balões e os bebês se esbaldaram com eles! Valeu só por esse momento!

 

Não foi uma festa luxuosa, mas teve a participação ativa e sincera de pessoas importantes para a aniversariante. E no final, ver essa carinha feliz é o que mais importa!

Categoria: decoração, festa
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Natal - Que lembranças você quer criar para seu filho?

Publicado em 19/12/2014 às 08h44

Cena 1 – casal com dois filhos saindo do carro estacionado na garagem de um shopping. Colocam o primeiro filho, com cerca de um aninho no carrinho e lhe entregam um celular. A mais velha, com seus 4 anos, pula na parte traseira do carrinho com um tablet em mãos. Prontos para se encaminhar até o restaurante!

Cena 2 – casal com dois filhos vai passar o Natal em um restaurante estrelado da cidade. Pagaram cerca de R$500 a cabeça para comer e beber bem a noite inteira. As crianças terão à disposição tablets para se divertir e deixar os pais se divertirem.

O que me incomoda em cada cena? Incomoda-me a falta de lembranças do mundo real que estas crianças terão...

A primeira cena foi presenciada semana passada e confesso que senti um misto de incômodo e pena... não sei explicar, mas ver crianças presas a telinhas durante longos períodos me faz crer que estão perdendo suas infâncias... não, não há nada de errado em usar uma tela de vez em quando, mas acho que tudo na vida deve ter um propósito, senão fica sem sentido... E sinceramente, não achei que era necessário entreter com uma tela duas crianças chegando num espaço novo, inteiramente decorado para o natal, como estava o shopping naquele dia... 

A segunda cena não foi presenciada, mas foi imaginada a partir da descrição de uma ceia num restaurante famoso anunciada numa revista feminina este mês. Mais uma vez, um misto de incomodo e pena... que lembranças de uma ceia de Natal terão estas crianças? A tela em que estavam metidas. E só! Talvez um Papai Noel apareça em algum momento... Não haverá lembranças de corre corre ao redor da mesa. Não haverá lembrança do roubo de uma castanha aqui, de uma uva passa ali, esperando até a ceia... fico com pena destas crianças.

Enfim... são coisas do mundo moderno vão me dizer os céticos... mas como nunca fui de pensar como a maioria, sigo com minhas implicâncias...

Vou dizer, eu mesma não tive boas lembranças do Natal. Mais porque minha mãe e minha avó pouco se importavam com o assunto. Era um dia como outro qualquer... Mas a partir do momento em que eu posso criar as memórias da minha filha, vou fazer de tudo para que sejam boas lembranças. As telas não estarão incluídas nisso, para mim. Mas estarão incluídos: abraços apertados, olho no olho, corre corre com a criançada, alguma foto para registro futuro, um bocado de felicidade e muita comida gostosa. Precisa mais?

Mais uma vez, telas às vezes são úteis, mas use com parcimônia, você e seu filho. O planeta agradece!

Viva mais o presente! E um Feliz Natal!

 

Categoria: brinquedos
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Enxoval nos EUA X Enxoval tupiniquim - Roupas

Publicado em 30/09/2014 às 09h55

Me desculpem se o tom do post de hoje é mais ácido que o normal, mas minha veia minimalista tem pulsado tão forte que tô achando bobagem muito mais coisa que o habitual... este post foi escrito em maio, e não publicado... hoje, com a proximidade e o medo  das eleições, acho conveniente repensar as contas do “enxoval de Miami”... e também ler o que a Luana escreveu hoje, só para dar uma chacoalhada no tico e no teco.

No Brasil roupa de bebê pode ser literalmente 8 ou 80. Quer dizer, você pode comprar um body por R$10 ou R$100, passando pelos intermediários R$50. A diferença entre eles? Não sei dizer... sei que todos, não estrangulando nem pinicando, cobrem e protegem o bebê.  Mas vamos analisar o que é o que...

Roupa de bebê no Brasil pode se enquadrar em 3 categorias, digamos: a de preço mais baixo, vendida em lojas do comércio popular, lojas de departamento e até mesmo supermercados; seu extremo oposto, a excessivamente cara, encontrada em lojas exclusivas dos shoppings de luxo (ou não) ou lojas de rua , e as de preço intermediário, mas muitas vezes salgadinho, encontradas geralmente em lojas de rua de bairros (abastados ou não – roupa de bebê está cara em qualquer lugar!).

Para fugir desta grande variação de R$10 a R$100, e manter alguma qualidade, muitas mães brasileiras fogem para destinos como EUA e voltam repletas de itens para seus bebês.

Mas o que é comprado lá, é comparado aos itens mais baratos daqui, ou aos itens vendidos em lojas exclusivas?

Levando-se em consideração que as compras lá fora geralmente são feitas em grandes lojas, com uma sucessão infinita de araras, cabides e afins, não seria o caso de comparar estas peças àquelas compradas nas nossas lojas de departamento?

Então estamos falando que o Carter´s de lá são o nosso Teddy Boom? Em minha opinião, sim. Ambas são confecções que usam basicamente algodão normal, mão de obra barata e são vendidos em grandes araras em lojas de departamento... Simplista, mas real. Vamos falar de estampas, motivos, detalhes diferentes... mas no fim, gosto é gosto...

 

Não estamos falando de uma confecção com design exclusivo de algum estilista, com confecção restrita e venda exclusiva... Não estamos falando de peças com algodão orgânico... Não estamos de peças feitas à mão... Estamos apenas nos atendo à produção em massa, vendida a R$10 / U$10... Supermercado lá é supermercado aqui, com a diferença de pagar em doletas...

 

Categoria: enxoval
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